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Pelourinho da Redinha


O pelourinho da Redinha terá sido erguido após o foral manuelino atribuído à povoação em 1513. Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

O monumento é constituído por uma escada de 5 degraus octogonais, toscos, nos quais se apoia a coluna. Esta, também grosseiramente oitavada a partir de uma coluna originalmente quadrangular, suporta um prisma com ornamentos da Ordem de Cristo, de D. Manuel, da esfera armilar e de um escudo (provavelmente régio).

Embora situado no atual Largo de São Francisco, no adro da igreja com o mesmo nome, o pelourinho da Redinha não servia qualquer função religiosa e é quase 350 anos mais antigo que a referida igreja.

Geralmente localizados em frente aos edifícios da câmara, os pelourinhos medievais serviam dois propósitos essenciais: distinguiam as povoações que os possuíam com determinados privilégios de autonomia e, de um ponto de vista mais prático, eram os locais onde os delinquentes eram presos, chicoteados ou mutilados, consoante a gravidade do delito praticado. Desta forma, o foral atribuído às povoações era, tantas vezes, acompanhado da construção de um pelourinho, símbolo físico da importância da terra e da aplicação da justiça. A partir do século XIX os pelourinhos começaram a ser encarados como meros instrumentos de tortura medieval e foram sendo progressivamente esquecidos, ou mesmo destruídos.

O foral manuelino da Redinha vem confirmar um outro, mais antigo, atribuído por Gualdim Pais em 1159.

 

Última atualização: 28-02-2024

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